10
dez

Maior aquífero do mundo fica no Brasil e abasteceria o planeta por 250 anos

Imagine uma quantidade de água subterrânea capaz de abastecer todo o planeta por 250 anos. Essa reserva existe, está localizada na parte brasileira da Amazônia e é praticamente subutilizada.

Aquífero Brasil

Aquífero Brasil

Até dois anos atrás, o aquífero era conhecido como Alter do Chão. Em 2013, novos estudos feitos por pesquisadores da UFPA (Universidade Federal do Pará) apontaram para uma área maior e deram uma nova definição.

“A gente avançou bastante e passamos a chamar de SAGA, o Sistema Aquífero Grande Amazônia. Fizemos um estudo e vimos que aquilo que era o Alter do Chão é muito maior do que sempre se considerou, e criamos um novo nome para que não ficasse essa confusão”, explicou o professor do Instituto de Geociência da UFPA Francisco Matos. Continue lendo

09
nov

O que pensa Trump: 30 propostas e declarações polêmicas do presidente eleito dos EUA

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Desde as primárias republicanas, Donald Trump chamou atenção por suas propostas e declarações polêmicas.

De certa forma, o politicamente incorreto se tornou uma de suas marcas registradas.

A BBC Brasil listou 30 promessas, acusações e opiniões do presidente eleito dos Estados Unidos – resta agora saber o que é real e o que, como desconfiam analistas, não passa de retórica (bem-sucedida) de campanha. Continue lendo

07
nov

Chineses criam painel solar que gera energia a partir da chuva também

A placa é capaz de aproveitar os raios do sol e os pingos de chuva, tornando-se eficiente em qualquer condição.

Selective focus macro detail of dew or rain drops on solar panel texture in the morning.

Selective focus macro detail of dew or rain drops on solar panel texture in the morning.

A energia solar é uma das grandes soluções e apostas globais para a produção de eletricidade com baixo impacto ambiental, seja em larga ou em pequena escala. No entanto, ela ainda enfrenta alguns entraves. O mais comum é a baixa produção em dias nublados ou chuvosos, mas, uma tecnologia pode mudar este cenário.

Um grupo de cientistas chineses, liderados por Qunweu Tang, Xiaopeng Wang, Peishi Yang e Benlin He, desenvolveu uma placa fotovoltaica que é capaz de produzir energia a partir dos raios solares e também pelas gotas de chuva, sendo eficiente independente das condições climáticas.

O sistema funciona graças a uma camada de grafeno incorporada à superfície das placas. O material é usado para revestir as células solares, mas também é um excelente condutor de eletricidade. Segundo o material publicado pelos cientistas, tudo o que é preciso para criar a tecnologia é uma mera camada de grafeno de um átomo de espessura, para que uma quantidade enorme de elétrons possa se mover pela superfície.

Quando a água está presente neste processo, o grafeno liga seus elétrons com íons carregados positivamente, o que é conhecido entre os cientistas como interação ácido-base de Lewis.

O sal contido na chuva se separa em íons, tornando grafeno e água uma ótima combinação para a produção de energia. A água realmente adere ao grafeno, formando uma camada dupla com os elétrons de grafeno. A diferença entre as camadas é tão forte, que gera energia.

Estas células solares podem ser estimuladas pela luz incidente em dias ensolarados e por pingos de chuva nos dias chuvosos, atingindo uma eficiência de conversão de energia ideal de 6,53% sob 1,5 de espessura de radiação, junto a uma tensão de centenas de mV por pingos de chuvas.

Clique aqui para acessar o estudo completo.

Crédito: Redação CicloVivo

 

04
nov

Campina Grande, na Paraíba, quer ter duas árvores para cada habitante

Para que isso seja possível, algumas iniciativas têm se destacado na questão de novos plantios e conscientização.

 

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A prefeitura tem realizado um censo oficial sobre a situação da arborização urbana. | Foto: Prefeitura de Campina Grande

A cidade paraibana de Campina Grande tem atualmente cem mil árvores plantadas, para 400 mi habitantes. Mas, essa relação deve mudar. Através de diferentes projetos ambientais, o intuito é de que a cidade consiga chegar ao nível considerado ideal, tendo duas árvores para cada morador.

Para que isso seja possível, algumas iniciativas têm se destacado na questão de novos plantios e também em relação à conscientização da população local. O Projeto Adote Uma Árvore, da Universidade Estadual da Paraíba é um deles.

Criado em 2007, o projeto tem realizado mutirões de plantio, distribuído mudas de espécies nativas, capacitado educadores e conscientizado moradores e estudantes. Durante estes nove anos de existência, o projeto já distribuiu cem mil mudas de espécies nativas.

Outras ações que contribuem para a arborização urbana em Campina Grande são geridas por secretarias municipais. Os programas “Minha Árvore” e “Habite-se Ecológico” ajudam a controlar a quantidade de árvores plantadas e a situação de cada uma, além de distribuir gratuitamente novas mudas.

Através destes programas, a prefeitura tem realizado um censo oficial sobre a situação da arborização em Campina Grande e tem conseguido controlar melhor o cumprimento de normas de respeito ambiental em novas construções e também em relação às espécies adequadas para cada espaço em que será plantado, evitando problemas futuros. As ações também levam o tema às escolas, mostrando às crianças a importância de plantar e cuidar adequadamente de cada nova árvore.

Fonte: Redação Ciclo Vivo