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27
jun

8 razões pelas quais os britânicos votaram pela saída da União Europeia

A saída da União Europeia venceu por uma margem apertada – 51.9% a 48,1% – no plebiscito realizado nesta quinta-feira no Reino Unido, o que mostra uma grande divisão no país.

Confira abaixo alguns dos fatores que determinaram o veredito dos britânicos, que deve ter consequências profundas no mundo.

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1. O peso (ou não) da economia

O público britânico foi bombardeado de alertas sobre como ficaria mais pobre caso escolhesse sair da União Europeia. Mas isso parece não ter convencido muito.

Especialistas do FMI (Fundo Monetário Internacional), da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e de várias outras organizações se pronunciaram afirmando que o crescimento econômico seria prejudicado, o desemprego aumentaria, o valor da libra cairia e as empresas britânicas ficariam em uma espécie de terra de ninguém fora do bloco.

Internamente, o Bank of England levantou a hipótese de recessão e o governo afirmou que poderia ser obrigado a aumentar o imposto de renda e cortar os gastos no serviço público de saúde (o NHS), na educação e na defesa.

Além disso, o presidente americano, Barack Obama, sugeriu que a Grã-Bretanha voltaria para “o fim da fila” nos acordos com os Estados Unidos.

Enquanto alguns partidários da permanência na UE admitiam que o chamado “Projeto Medo” estava indo longe demais, os defensores da saída foram rápidos em afirmar que o temor era espalhado pelas elites ricas. Continue lendo

10
maio

Brasileiro fotografa índio no Xingu e ganha prêmio internacional

índio no rio xingu

O clique foi feito no Parque Nacional de Xingu, no Mato Grosso. | Foto: Ricardo Stuckert

A fotografia do índio da aldeia Metuktira no Xingu, disputou a posição com outras 1.885 imagens de profissionais.

O brasileiro Ricardo Stuckert, que foi fotógrafo oficial da presidência entre 2003 e 2011, acaba de receber a medalha de ouro na categoria “Muscat – Pessoas”, na primeira edição do Circuito Internacional Oman de Fotografia. A imagem premiada mostra um índio da etnia Kaiapó mergulhando no rio Xingu. Continue lendo

10
maio

Crianças passam menos tempo ao ar livre que presos

Crianças presas em casa

Participaram da pesquisa mais de 12 mil pais de crianças entre 05 e 12 anos.

56% das crianças passam uma hora ou menos brincando ao ar livre por dia.

 

A infância mudou e com isso os hábitos de pais e filhos também. Uma pesquisa encomendada pela marca OMO pesquisou a rotina de 12 mil famílias em dez países. O resultado: 56% das crianças passam uma hora ou menos brincando ao ar livre por dia. Isso é menos do que o tempo livre disponibilizado a muitos presidiários em cadeias de segurança máxima.

A descoberta foi tão intrigante que o criativo britânico Ken Robinson, junto com o Dr. Stuart Brown, foram até um presídio registrar o que os detentos acham disso. O vídeo deu origem à campanha “Liberte as crianças”.

Diariamente os presidiários da Prisão de Segurança Máxima de Wabash, em Indiana, EUA, são liberados de suas celas para passarem duas horas ao ar-livre. Neste tempo eles podem se exercitar, descansar ou simplesmente aproveitar o sol.

Quando indagados sobre a importância disso, os detentos disseram que o tempo é essencial para que eles consigam manter a mente sã. Eles e os funcionários da cadeia também foram questionados sobre o que aconteceria se esse tempo livre fosse reduzido para uma hora, ao que todos consideraram um possível desastre, que geraria raiva e torturaria os presidiários.

A surpresa no rosto deles veio quando o documentarista disse que esse é o tempo que a maior parte das crianças passa ao ar livre, mesmo quando elas têm muito mais oportunidades para aproveitar o mundo fora das quatro paredes. “Uau, isso é realmente depressivo”, disse um dos detentos.

A campanha, então, motiva pais, educadores e governos a libertarem as crianças, para que elas passem menos tempo presas às telas dos eletrônicos e aproveitem a infância livres.

O estudo

O estudo usado como base na campanha foi conduzido por Edelman Berland, agência independente de pesquisa de marketing, entre fevereiro e março de 2016 nos EUA, Brasil, Reino Unido, Turquia, Portugal, África do Sul, Vietnã, China, Indonésia e Índia

O resultado

Participaram da pesquisa mais de 12 mil pais de crianças entre 05 e 12 anos. Segundo a pesquisa, nos dez países participantes, 56% das crianças passa uma hora ou menos brincando ao ar livre. Uma em cada cinco crianças passa 30 minutos ou menos ao ar livre; e uma em cada dez nunca brinca ao ar livre. Em todos os países pesquisados, as crianças passam 50% a mais do seu tempo brincando em frente às telas dos eletrônicos do que ao ar livre.

Artigo – Redação CicloVivo ( todos os créditos devidos)

05
maio

Brasileiros descobrem bactéria que reduz capacidade do Aedes de transmitir zika

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Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz chegaram à conclusão após testes com 160 mosquitos. Os cientistas notaram que nenhum mosquito com o micro-organismo se infectou com zika. Já 85% dos que receberam saliva de Aedes sem a bactéria foram contaminados.

Uma bactéria presente em 60% das espécies de insetos reduz fortemente a capacidade do mosquito ‘Aedes aegypti’ de transmitir o vírus zika, o que poderia ajudar a combater a epidemia, afirmaram nesta quarta-feira pesquisadores brasileiros.

Os cientistas da Fundação Oswaldo Cruz inseriram a bactéria Wolbachia em ovos de “Aedes aegypti”, no âmbito do programa de eliminação da dengue, segundo o estudo, publicado na revista científica americana Cell Host and Microbe.A bactéria não só encurtou a vida desses mosquitos, como era esperado, mas também reduziu a multiplicação do vírus da dengue, da zika e da chicungunha. Esses três vírus pertencem à mesma família e são transmitidos pelo “Aedes aegypti”.

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