Arquivos da categoria: Geografia Humana

04
dez

Mais vida, mais trabalho – Expectativa de vida.

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Fonte: http://static.vvale.com.br/wp-content/uploads/2014/11/aposentadoria-reproducao.jpg

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, segunda-feira, a expectativa de vida ou esperança de vida ao nascer, que está relacionada ao número médio de anos que se espera que uma pessoa viva ao nascer. De acordo com os dados, a população brasileira viveu, em média, 74,9 anos (74 anos, 10 meses e 20 dias) no ano de 2013, um aumento de três meses e vinte e cinco dias em relação aos dados do ano de 2012.

Na prática, o aumento da expectativa de vida do brasileiro reflete uma melhora nas condições gerais de vida. No entanto, a cada ano, à medida que o tempo médio de vida aumenta, ocorre também uma mudança no chamado “fator previdenciário”, cálculo feito para fins de aposentadoria.

O fator previdenciário foi criado em 1999 (Lei Nº 9.876), ele é utilizado para calcular o valor do benefício da pessoa que está se aposentando. Funciona como um “corretor” do valor da aposentadoria, equiparando o tempo de contribuição com o tempo de trabalho. Se uma pessoa atingiu o tempo mínimo de contribuição para se aposentar (162 meses ou 13 anos), mas ainda é jovem, com 50 anos, por exemplo, o valor do pago pelo INSS será mais baixo  do que uma pessoa (trabalhador homem e urbano, por exemplo) que tem 65 anos e o mesmo tempo de contribuição irá receber.

Quanto mais tempo vivemos, mais teremos que trabalhar para nos aposentar para não termos reduções no benefício social. Como a expectativa de vida é calculada todos os anos pelo IBGE, o fator previdenciário também é corrigido anualmente.

Léo Miranda

06
nov

“Geografia da população” o 2° assunto mais abordado da Geografia.

Fala, galera! Vamos para o “sprint” final do Top 5 do Enem! Em segundo lugar temos “Geografia da população”.

A dinâmica populacional no mundo tem passado por mudanças principalmente nos países desenvolvidos e mais recentemente nos países em desenvolvimento. Os asiáticos representam a maior parcela da população mundial, com destaque para China (1.357 bilhões de habitantes) e Índia (2.522 bilhões de habitantes), juntos esses países possuem aproximadamente 55% da população mundial. Apesar da enorme população a elevada desigualdade social ainda é uma realidade para chineses e indianos bem como para quase todos os países asiáticos (o Japão é a exceção)!

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28
out

Questões ambientais contemporâneas

Questões ambientais contemporâneas.

Fala, galera!! Seguindo a sequência do Top 5 do Enem eis o 3° lugar, as questões ambientais contemporâneas!

Quando pensamos nas principais questões ambientais no mundo atual, logo lembramos daquele dia muito quente quando nos deparamos com aquela impressão de que “realmente o planeta está ficando mais aquecido”. Mas antes de falarmos sobre o famoso “aquecimento global” entre outras questões ambientais, temos que abordar alguns pontos.

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10
out

5 maneiras das empresas ajudarem na mobilidade urbana das metrópoles brasileiras

por Débora Spitzcovsky Fonte: Planeta Sustentável
Para Rachel Biderman, diretora do instituto de pesquisa ambiental WRI no Brasil, “As soluções de mobilidade urbana devem vir de todos os atores da sociedade e, principalmente, das empresas, que podem fazer muito nesse sentido”

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Engarrafamentos, poluição, barulho, transporte público de má qualidade… Quando o assunto é mobilidade urbana, as críticas daqueles que vivem nas metrópoles brasileiras são várias e, se nada for feito, o problema – que já é grande – pode se intensificar muito nos próximos anos. Dados da Organização das Nações Unidas apontam que, até 2050, a população mundial ultrapassará os nove bilhões e 75% das pessoas viverão em áreas urbanas. Como consequência, o número de carros nas grandes cidades deve dobrar nos próximos 30 anos.

A questão é urgente e, por isso mesmo, foi o tema da edição 2013 do Exame Fórum de Sustentabilidade, que aconteceu em 19 de novembro, em São Paulo. “Pela gravidade da situação, não podemos mais esperar os governos agirem. As soluções de mobilidade urbana devem vir de todos os atores da sociedade e, principalmente, das empresas, que podem fazer muito nesse sentido”, afirmou Rachel Biderman, diretora do instituto de pesquisa ambiental WRI no Brasil. Continue lendo