04
nov

Campina Grande, na Paraíba, quer ter duas árvores para cada habitante

Para que isso seja possível, algumas iniciativas têm se destacado na questão de novos plantios e conscientização.

 

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A prefeitura tem realizado um censo oficial sobre a situação da arborização urbana. | Foto: Prefeitura de Campina Grande

A cidade paraibana de Campina Grande tem atualmente cem mil árvores plantadas, para 400 mi habitantes. Mas, essa relação deve mudar. Através de diferentes projetos ambientais, o intuito é de que a cidade consiga chegar ao nível considerado ideal, tendo duas árvores para cada morador.

Para que isso seja possível, algumas iniciativas têm se destacado na questão de novos plantios e também em relação à conscientização da população local. O Projeto Adote Uma Árvore, da Universidade Estadual da Paraíba é um deles.

Criado em 2007, o projeto tem realizado mutirões de plantio, distribuído mudas de espécies nativas, capacitado educadores e conscientizado moradores e estudantes. Durante estes nove anos de existência, o projeto já distribuiu cem mil mudas de espécies nativas.

Outras ações que contribuem para a arborização urbana em Campina Grande são geridas por secretarias municipais. Os programas “Minha Árvore” e “Habite-se Ecológico” ajudam a controlar a quantidade de árvores plantadas e a situação de cada uma, além de distribuir gratuitamente novas mudas.

Através destes programas, a prefeitura tem realizado um censo oficial sobre a situação da arborização em Campina Grande e tem conseguido controlar melhor o cumprimento de normas de respeito ambiental em novas construções e também em relação às espécies adequadas para cada espaço em que será plantado, evitando problemas futuros. As ações também levam o tema às escolas, mostrando às crianças a importância de plantar e cuidar adequadamente de cada nova árvore.

Fonte: Redação Ciclo Vivo

28
set

Diversidade da Amazônia pode ajudar economia e floresta, diz estudo

Novas tecnologias possibilitam novos potenciais usos da biodiversidade. Aplicações tecnológicas podem ajudar proteção da floresta, e vice-versa.

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Biodiversidade amazônica pode ganhar novas aplicações (Foto: Globo Repórter)

O uso econômico da biodiversidade da Amazônia, em diálogo com os avanços da chamada Quarta Revolução Industrial (inteligência artificial, robótica, internet das coisas, genômica, edição genética, nanotecnologias, impressão 3D ) é uma via capaz de mudar o destino a que a maior floresta do planeta parece estar condenada caso sigamos no atual modelo de desenvolvimento da região, diz um estudo publicado nesta segunda (19) no periódico “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS).

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28
set

Arqueólogos encontram esqueleto humano de 2 mil anos em naufrágio

Achado raro foi relatado em estudo na revista ‘Nature’ nesta segunda-feira. Naufrágio de 2 mil anos é um dos mais antigos de que se tem conhecimento.

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(Foto: Reprodução/youtube/Nature Video)

Arqueólogos descobriram um esqueleto humano de 2 mil anos no mesmo naufrágio no Mediterrâneo de onde saiu a peça mais sofisticada de tecnologia que sobreviveu à Antiguidade – um mecanismo de relógio -, de acordo com um artigo publicado na segunda-feira (19) na revista científica “Nature”. Continue lendo

28
set

O professor universitário que pede emprego no semáforo

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“Pelo amor de Deus, tome cuidado na rua”, recomenda a aposentada Eleni da Silva Teixeira ao marido.

O professor e analista de sistemas Jair da Silva, 61 anos, está a caminho de um cruzamento nas imediações de casa, no Jardim São Paulo, bairro de classe média na zona norte da capital paulista. Continue lendo