10
maio

Fissura gigante “rasga” a Nova Zelândia

A paisagem da Nova Zelândia é conhecida por nos tirar o fôlego, mas pelo visto não fica por aí. Uma gigantesca fissura está agora “rasgando” essa paisagem.

Uma fissura com mais de 200 metros de comprimento e 20 metros de profundidade – o suficiente para engolir um prédio de seis andares – se formou do dia para a noite e mudou radicalmente o dia a dia de uma fazenda nas proximidades de Rotorua, no norte do país. Continue lendo

02
maio

O mundo terá 41 megacidades em 2030.

Um relatório interno produzido pela seguradora Allianz, em nível global, afirma que, em 2030, dois terços do mundo serão cidades com mais de 10 milhões de habitantes e serão formadas 41 megacidades. Atualmente, há 29 megacidades e metade da população mundial vive em áreas urbanas.

A seguradora estima que até 2030, São Paulo e o Rio de Janeiro – que já possuem o status de megacidades – deverão ganhar, aproximadamente, 2 milhões de habitantes cada, e nenhuma outra cidade brasileira deve entrar na lista. Continue lendo

27
abr

Líderes das Coreias se encontram para reunião histórica

Kim Jong-un é o primeiro líder norte-coreano a entrar no sul desde a Guerra da Coreia, há 65 anos

Os líderes da Coreia do Norte e do Sul trocaram um caloroso aperto de mão nesta sexta-feira sobre a linha de demarcação que divide os dois países antes de uma cúpula histórica.

“Estou feliz em conhecê-lo”, disse Moon Jae-in ao seu colega Kim Jong-un, no momento em que ele se tornou o primeiro líder do Norte a entrar no Sul desde a Guerra da Coreia. Moon também entrou rapidamente no norte antes de caminhar de volta.

Após uma breve conversa, os dois líderes caminharam até a Casa da Paz de Panmunjom, onde foi assinado o armistício de 1953. Kim é o primeiro líder norte-coreano a entrar no sul desde a Guerra da Coreia, há 65 anos.

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22
abr

Será que teremos uma terceira guerra mundial?

Madrugada de sábado 14 de abril de 2018, mísseis tomahalks estadunidenses lançados do Mar Vermelho cruzam os céus de Douma, nas proximidades de Damasco, capital Síria. Era a suposta resposta dos Estados Unidos, França e Reino Unido aos ataques com gás sarin dias antes na mesma região. Rapidamente notícias de repúdio russo e uma possível retaliação foram divulgadas.  Putin anunciava o seu apoio ao ditador Bashar al-Assad e que o bombardeio da coalisão ocidental seria respondido rapidamente.

Estava instalada a dúvida, teremos uma nova guerra mundial? Estamos assistindo o retorno da guerra fria? Antes de mais nada é importante entender o contexto dos acontecimentos. Num cenário não muito recente, seria difícil imaginar uma resposta russa tão rápida e, principalmente, com a intensidade com que ela aconteceu. Continue lendo