30
jul

O papel dos BRICS no Mundo

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Há 13 anos, em 2001, o economista britânico Jim O`Neill, do banco Goldman Sachs (um dos maiores do mundo) ao escrever um artigo para o jornal The New York Times apontou quatro países emergentes como aqueles protagonistas no cenário econômico mundial. Brasil, Rússia, China e Índia,  ou  BRIC`s, uma alusão clara a sustentação da economia mundial (bric, em inglês quer dizer tijolo) passaram a realizar reuniões periódicas, com o intuito de discutir medidas econômicas conjuntas.

Em 2011, a África do Sul foi integrada ao grupo, principalmente por se tratar do país mais desenvolvido do continente Africano, e por abrigar importantes reservas minerais. Dessa forma, o BRIC virou BRICS. A grande dúvida quando falamos desse grupo de países, é mas afinal, o que ele tem de tão especial?

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30
jul

Enquanto isso, no Iraque: ISIS, e o extremismo religioso

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Um movimento jihadista, denominado Estado Islâmico no Iraque e na Síria (Islamic State in Iraq and Syria, ou ISIS, em inglês), acaba de obter uma vitória impressionante e arrasadora ao capturar Mosul, terceira maior cidade do Iraque, ao norte do país. Suas forças prosseguiram para o sul, em direção a Bagdá, e tomaram Tikrit, cidade natal de Saddam Hussein. O exército iraquiano parece ter desabado, tendo inclusive cedido Kirkuk aos curdos. O ISIS também aprisionou diplomatas e caminhoneiros turcos. Ele agora controla efetivamente um grande pedaço do Norte e do Oeste do Iraque, bem como uma zona contígua no Nordeste da Síria. Comentaristas têm rotulado esta zona transfronteiriça de Jihadistão. O ISIS tenta restabelecer um califado numa área tão grande quanto possível, com base numa versão particularmente estrita da lei islâmica, a sharia.

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27
jul

O bombardeamento de nuvens: solução para São Paulo?

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A Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) anunciou há alguns dias atrás que utilizará o método de bombardeamento ou semeadura de nuvens com o intuito de “produzir” chuvas que abasteçam os reservatórios do Sistema Cantareira, que estão muito abaixo do nível necessário à manutenção do abastecimento da cidade de São Paulo e região metropolitana.

Também conhecida como pulverização de nuvens, essa técnica consiste em lançar no céu alguma substância que facilite a formação de gotas de chuva. O componente mais usado é o cloreto de sódio, o popular sal de cozinha. Em contato com o vapor d’água da nuvem, as partículas de sal atraem minúsculas gotinhas, iniciando a criação dos pingos de chuva. Parece um método infalível, mas, na verdade, o bombardeamento é bastante polêmico. “Esse artifício só faz chover em nuvens que já tenham vapor d’água em quantidade suficiente. Isso quer dizer que ele não produz chuva. No máximo, pode acelerar uma”, afirma o meteorologista Augusto José Pereira Filho, da Universidade de São Paulo (USP). Até hoje, ninguém conseguiu provar a eficácia do método.

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